
O escândalo das fraudes bilionárias no INSS ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (26). O ministro do STF André Mendonça foi sorteado como novo relator do caso, que envolve desvios em aposentadorias e benefícios pagos a idosos em todo o Brasil. A escolha dele acontece em meio à pressão do Congresso, já que a CPMI criada para investigar o esquema tenta convocar logo na primeira reunião o ministro da Previdência, Carlos Lupi, para prestar esclarecimentos.
Estima-se que as fraudes possam ter gerado prejuízo superior a R$ 1 bilhão aos cofres públicos, segundo dados oficiais, atingindo diretamente quem mais depende do sistema: aposentados e pensionistas.
A oposição afirma que a presença de Lupi é fundamental para entender como sindicatos e associações conseguiram atuar por tanto tempo dentro do INSS. O clima em Brasília é de cobrança intensa: enquanto Mendonça assume o papel de relator no Supremo, os parlamentares prometem transformar a CPMI em palco de desgaste para o governo do ex-presidiário Lula, acusado de fechar os olhos para os escândalos que atingem os mais vulneráveis.
A queda de braço agora é clara: de um lado, um STF pressionado a dar respostas rápidas; do outro, um Congresso disposto a expor os bastidores do maior rombo da história da Previdência.
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