
Cortes de energia podem deixar 62% do território cubano sem eletricidade nesta quarta, com picos à tarde e à noite, conforme a União Elétrica de Cuba (UNE), que prevê geração de cerca de 1.260 MW contra demanda de 3.230 MW, um déficit próximo de 2.000 MW e o pior nível registrado no país.
O apagão alimenta uma crise que se arrasta desde meados de 2024, a UNE diz que oito das 16 unidades termoelétricas estão fora, 101 centrais a diesel e duas usinas flutuantes paradas por falta de combustível e outros motores inoperantes por ausência de lubrificantes, a agência EFE afirma que o problema foi agravado pelo corte do petróleo venezuelano após a queda de Nicolás Maduro em 3 de janeiro por ordem dos EUA, e o regime cubano culpa as sanções dos EUA e fala em “asfixia energética”.
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