
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, perdeu completamente a linha ao sugerir que os eleitores de Bolsonaro fossem levados para a vala por uma retroescavadeira. A fala, feita em evento público com aliados do PT, escancara o despreparo, a arrogância e o ódio de um gestor que nunca teve estatura para o cargo que ocupa.
Mesmo sendo professor universitário, Jerônimo mal domina a própria língua e tem se notabilizado mais por discursos agressivos do que por qualquer entrega concreta à população baiana.
Não bastasse o caos na segurança, a crise na saúde e o abandono da educação, agora o petista usa o microfone para incentivar a violência política. Diante da repercussão, tentou se explicar com um pedido de desculpas esfarrapado, alegando “descontextualização”.
A desculpa não cola. O áudio está gravado, e a frase é clara: “Bota uma retroescavadeira e leva tudo para a vala”. É isso que pensa de milhões de brasileiros que não votaram na esquerda.
Enquanto o ex-presidiário Lula é blindado pelo STF até quando xinga adversários, Jerônimo age da mesma forma: com desprezo à democracia e ao povo baiano. Nenhum inquérito foi aberto. Nenhum ministro do Supremo se manifestou. Nenhum jornal estampou a fala como “ameaça à democracia”.
A hipocrisia é escandalosa.
A oposição na Assembleia Legislativa já reagiu. O deputado Tiago Correia (PSDB) classificou a fala como “ofensiva, antidemocrática e semelhante a práticas totalitárias como o nazismo”. E é isso mesmo. Jerônimo governa como quem comanda um curral eleitoral: sem respeito, sem projeto, sem freios.
A Bahia está afundando nas mãos do pior governador da sua história.
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