
Na entrevista, Macri e seu candidato a vice-presidente, o senador Miguel Ángel Pichetto, disseram que continuarão em campanha, buscando a reeleição provavelmente no segundo turno, em novembro. O cenário atual é, porém, difícil para a reeleição de Macri porque a chapa opositora, Frente de Todos, formada por Alberto Fernández e pela ex-presidente Cristina Kirchner, teve muito mais votos que o esperado.Segundo dados oficiais, da noite desta segunda-feira, com mais de 98% das mesas apuradas, Fernández recebeu quase 48% dos votos e Macri contou com 32%. Para ser eleito presidente o mais votado deve receber 45% da votação ou 40% e uma vantagem de 10% sobre o outro postulante. Com os resultados de domingo, das primárias, ficou difícil para Macri recuperar tantos votos, apontam analistas argentinos.
Na coletiva, Macri disse que percorreu o país “mais de 70 vezes”, nestes três anos e meio de governo, e viu de perto as dificuldades enfrentadas pelos argentinos com a atual crise econômica. “Entendo a bronca dos argentinos”, disse.
“Argentina não pode voltar ao passado. O mercado financeiro reagiu assim (nesta segunda-feira) porque está preocupado com a volta do kirchnerismo. É o que vai acontecer (se o kirchnerismo voltar)”, descreveu o presidente, que voltou a admitir a derrota no domingo. (Clarin)
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