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Artistas, amigos e familiares prestam homenagens durante sepultamento que marcou despedida do carnavalesco Orlando Tapajós

A despedida do construtor de trios elétricos Orlando Tapajós, de 85 anos, uma dos maiores nomes do Carnaval da Bahia, foi marcada por muita emoção na tarde desta segunda-feira (18), no cemitério Jardim da Saudade, bairro de Brotas, em Salvador. Ele morreu na noite de sábado (16), após sofrer um infarto.

Além de familiares e amigos, o sepultamento do carnavalesco contou com figuras emblemáticas do axé music, como Armandinho e Tonho Matéria, que relembraram a importância que Tapajós tinha não só para a música como para a cultura baiana.

“Digo sempre que ele foi um motor. Sua ideia transformou o Carnaval em um instrumento poderoso que deu possibilidade de surgirem novos artistas. Quantos cantores surgiram do trio elétrico? Se não fosse por isso, não teríamos artistas no mundo inteiro divulgando sua música e sua arte”, disse o cantor e produtor cultural Tonho Matéria.

O músico sugeriu ainda a criação de alguma ação para manter viva a memória de Tapajós. “Precisamos criar alguma coisa para que não esqueçam. Ele deixou um legado e é necessário que tenha uma continuidade”, completou.

Já Armandinho definiu Tapajós como “continuador da história” de Dodô e Osmar: “Se não fosse Orlando o trio acabava. Naquela época, o trio não tinha essa projeção toda e ele foi o cara que continuou evoluindo, melhorando”, lembrou emocionado.

O carnavalesco recebia da Associação Baiana de Trios Independentes (ABTI) uma “pensão” mensal no valor de R$ 6 mil, após relatar em veículos de comunicação que passava por dificuldades financeiras.

A importância de Orlando Tapajós foi lembrada em 2016, quando ganhou um circuito no Carnaval de Salvador, da Barra à Ondina. No ano anterior, foi homenageado da festa de Momo da capital baiana.

Fonte: A TARDE On Line

 

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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