
O estado da Bahia vive um momento alarmante em termos de segurança pública — e o que vemos não é culpa da sorte. Os dados do Atlas da Violência 2025 mostram que o estado “governado” pelo PT registrou 6.616 homicídios em 2023, liderando o país em números absolutos. Além disso, a taxa de homicídios chegou a 43,9 mortes por 100 mil habitantes, a segunda mais alta do Brasil.
É legítimo questionar: onde está o foco em segurança pública? Porque, na prática, parece estar mais voltado para negociações políticas, cargos e articulações partidárias.
Os baianos que dependem da tranquilidade nas ruas não estão vendo isso acontecer.
Em localidades como Fazenda Grande do Retiro e Rio Vermelho, os registros de tiroteios e furtos “na cara dura” se acumulam. Em Fazenda Grande do Retiro, uma “madrugada de violência” resultou em dois homens mortos a tiros; enquanto no Rio Vermelho circulam vídeos chocantes de furtos em bares onde os grupos se misturam aos frequentadores.
Se o estado está isolado na ponta desse ranking negativo, não é por acaso.
A falta de uma política pública firme de segurança (com protagonismo real), deixa margens para que facções rivais disputem territórios, e o dia-a-dia dos baianos se transforme em insegurança constante.
A pergunta que fica: se Jerônimo ocupa seu tempo em articulações e negociatas partidárias, quem assume a responsabilidade de proteger a população?
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