
O governador de Utah, Spencer Cox, confirmou que Tyler Robinson, preso pelo assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, não tem colaborado com a polícia. Robinson deve ser formalmente acusado nesta terça-feira por homicídio qualificado, porte ilegal de armas e obstrução da justiça.
Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, foi morto a tiros durante um evento na Universidade de Utah Valley, em Orem, deixando esposa e dois filhos pequenos.
O governador alertou para a escalada da radicalização política nos EUA e disse que “o ódio leva a atos trágicos como este”.
Após o crime, comentários celebrando a morte do ativista tomaram as redes e provocaram uma onda de demissões em universidades, empresas privadas e até na imprensa. A DC Comics cancelou uma série depois que uma autora debochou da execução de Kirk. A ESPN, por meio do comentarista Stephen A. Smith, classificou como “vergonhoso” relativizar a morte de um pai diante dos filhos.
Um site anônimo já recebeu mais de 30 mil denúncias para expor pessoas que comemoraram o crime, enquanto a pressão pública cresce para que responsáveis por esse discurso de ódio sejam identificados e punidos.
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