CECOM Imprensa
A coluna Alô Alô Polícia, do Correio, disse que mesmo a Justiça determinando “a apreensão dos celulares de todos os envolvidos na operação que resultou na morte do subtenente”, o Governo da Bahia não acatou escondendo indícios que poderiam resolver o caso da execução do Subtenente da Polícia Militar, Alves.
Diz a coluna:
“Pessoas que acompanham o caso dizem que o objetivo é postergar a entrega dos celulares para depois das eleições. Conversas em grupos de WhatsApp divulgadas à época revelaram que a segurança de ACM Neto estava sendo monitorada pelo governo e os profissionais que colaboravam na equipe do candidato a governador foram colocados no sistema de acompanhamento como traficantes para justificar a vigilância.”
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