A ação desastrosa, produto de um monitoramento ilegal ao candidato ACM Neto por todo o estado da Bahia, não é novidade no governo do petista Rui Costa. No dia 28 de março de 2021, o soldado Wesley Soares foi morto “foi morto em ação desastrosa, resultado de excesso de força letal e despreparo”.
Soldado Wesley estava protestando no Farol da Barra e, ao avistar o avanço do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realizou disparos para o alto.
Contratada pela Associação de Policiais e Bombeiros Militares do Estado da Bahia (ASPRA), uma perícia particular, assinada pelo SECRIM, apontou que “o Gerenciamento de Crise foi desenvolvido de forma incorreta e fora das doutrinas nacionais e internacionais” pois o servidor da segurança pública não representava “ameaça iminente”
Wesley “efetuou seis disparos na direção do Soldado Wesley, alvejando-o enquanto a arma da vítima se encontrava apontando para o solo e não para a guarnição” houve “excesso de força letal”.
“Diante da análise dos fatos, se os protocolos de gerenciamento de crise tivessem sido obedecidos e os profissionais certos tivessem participado do procedimento, a solução do conflito teria sido a rendição do soldado Wesley Soares de Góes e não sua execução”.
(Com informações do A Tarde)
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