Em redes sociais, militantes de extrema-esquerda publicaram diversas imagens descumprindo a decisão judicial que considerou a greve “ilegal e abusiva” estipulando uma multa diária de R$ 20 mil.
Pseudo-defensores de direitos e prerrogativas dos professores, os “sindicalistas” continuam com a baderna na frente de colégios públicos utilizando professores como massa de manobra com um único objetivo: apoiar candidatos psolistas, comunistas e petistas.
APLB Sindicato se comporta à margem da lei, desconsiderando a moral e desrespeitando a socidade que colabora com seus impostos para manter uma educação de qualidade para os alunos que não tem condições econômicas de estudar em colégios particulares.
Militantes de extrema-esquerda da APLB obstruíram o trabalho de servidores de cinco sedes das Gerências Regionais de Educação (GRE), unidades do Subúrbio Ferroviário, Cajazeiras, Pirajá, Liberdade e São Cristóvão.

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