
O Fórum “SOS Bahia”, promovido pelo União Brasil, escancarou o colapso da segurança pública no estado comandado pelo petista Jerônimo Rodrigues. Com a presença de lideranças como ACM Neto, Bruno Reis, Sérgio Moro e o especialista / ex-BOPE Rodrigo Pimentel, a denúncia foi direta: a Bahia virou um laboratório do terror.
“O que eu vi no Rio de Janeiro está se repetindo aqui”, disse Pimentel, ao comparar as barricadas erguidas por facções criminosas com o domínio territorial imposto no tráfico carioca.
“O bandido quer firmar no território através do medo e do pânico”.
Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE, não poupou palavras: “Mesmo com a polícia trabalhando como nunca, são os traficantes que mandam e desmandam na Bahia do PT”. A fala escancara o fracasso das políticas petistas em conter a criminalidade. Os números confirmam: foram 6.616 homicídios na Bahia só em 2023, segundo o Atlas da Violência. É como se 18 pessoas fossem assassinadas por dia. E a resposta do governo? Nenhuma. A omissão virou política de Estado.
A Carta Compromisso lançada no evento propõe soluções reais para o problema, como integração das forças de segurança, investimento em inteligência e reconhecimento das facções como organizações terroristas, algo que o descondenado petista Lula e sua base evitam com todas as forças.
Pimentel foi direto: “No momento exato em que o governo federal banca a ideia de não considerar as facções como organizações terroristas, ele está sendo cúmplice do terror”.
A Bahia está virando o Rio de Janeiro. Com o Comando Vermelho, o BDM e o PCC avançando território adentro, o cidadão baiano virou refém. Como resumiu Pimentel, “as famílias recebem imagens de motoristas degolados. Isso não é por dinheiro. Isso é para espalhar pânico”.
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