
Na Bahia de Jerônimo Rodrigues, a segurança pública sumiu do radar. O governador, que já foi acusado de banalizar a violência ao dizer que “as pessoas morrem todos os dias”, agora nem toca mais no assunto.
O secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, desapareceu da imprensa, assim como o comandante da PM, Antônio Carlos Silva Magalhães. Nenhum dos dois aparece para dar explicações sobre o caos instalado no estado.
A sensação é de abandono: o governo lavou as mãos, e quem manda agora são as facções.
Os dados confirmam essa tragédia anunciada. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia liderou o ranking de homicídios no Brasil em 2023, com 5.180 assassinatos. Foram 14 mortes por dia, um verdadeiro massacre. E mesmo diante desses números, Jerônimo Rodrigues se esconde. Não há plano, não há estratégia, não há comando. O silêncio virou política de Estado, enquanto a população vive acuada, cercada por toques de recolher e execuções sumárias.
Jerônimo Rodrigues, que prometeu uma Bahia mais segura, consolidou sua marca como o pior governador da história do estado.
Nos 417 municípios, quem dita as regras são os chefes do crime. De Salvador ao interior, o domínio das facções avança sem resistência. A polícia, desmotivada e sem apoio, assiste ao crescimento da violência sem poder de reação. E o governo finge que não vê, não ouve, não fala.
Enquanto isso, a imprensa aliada protege o silêncio oficial do incompetente Jerônimo. Nenhuma entrevista, nenhum posicionamento, nenhuma prestação de contas. A segurança pública virou assunto proibido. O povo baiano está entregue à própria sorte, enquanto Jerônimo se preocupa com discursos ideológicos e alianças eleitorais.
A ausência do Estado é tão gritante quanto o barulho dos tiros que ecoam todas as noites pelos bairros da Bahia.
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