
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, disparou duras críticas contra a petezada baiana, afirmando que, após quase 20 anos de gestão petista, o estado vive hoje um “cenário de medo” que não condiz com sua dimensão econômica e social.
Segundo Neto, a Bahia, que tem mais de 14 milhões de habitantes e é o quarto estado mais populoso do país “não poderia estar enfrentando índices elevados de violência e insegurança”, como apontam dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que colocam o estado entre os líderes em mortes violentas nos últimos anos.
ACM Neto também direcionou ataques ao “governador” Jerônimo Rodrigues, classificando sua gestão como “fraca diante dos desafios do estado”.
Em outra frente, o ex-prefeito expôs fissuras internas no próprio grupo governista ao acusar o ministro da Casa Civil, Rui Costa de agir nos bastidores contra o próprio Jerônimo, ironizando a situação e chamando atenção para um ambiente de disputa interna que, segundo ele, prejudica ainda mais a administração pública.
Ao comparar os ciclos de gestão, ACM Neto reforçou que a Bahia “é um estado grande com um governo pequeno”, crítica que tem sido repetida em diferentes entrevistas e agendas públicas. A entrevista concedida à Baiana FM dialoga com indicadores econômicos recentes: apesar de avanços pontuais, o estado ainda enfrenta desafios estruturais como alto desemprego, que chegou a superar a média nacional em diversos trimestres segundo o IBGE, e desigualdade regional persistente.
Na entrevista, o recado é claro: há espaço para mudança, e ele quer liderar esse movimento contra o domínio petista no estado.
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