
Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado expôs o fracasso do programa Bahia Sem Fome, carro-chefe de Jerônimo Rodrigues. Segundo o TCE, 90 municípios baianos não receberam nenhuma ação contra a fome em 2024. Outros 289 receberam no máximo duas. E mais: cidades em situação crítica como São José da Vitória, Pau Brasil e Gongogi ficaram de fora, enquanto Salvador e Lauro de Freitas, que têm melhores indicadores sociais, concentraram os recursos.
Outro dado grave: o governo Jerônimo não implantou sequer um restaurante popular no interior, mesmo com 17 cidades habilitadas, segundo o programa federal. Hoje, só existem duas unidades em Salvador, ainda assim com cobrança de tarifa. Enquanto isso, a Prefeitura já opera dez restaurantes na capital, servindo refeições gratuitas.
O Tribunal concluiu que falta articulação, prioridade e compromisso com quem mais precisa.
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