
O Comitê Olímpico Internacional anunciou que, a partir de Paris-2024, apenas atletas biologicamente do sexo feminino poderão competir na categoria feminina, usando um teste genético para detectar o gene SRY ligado ao cromossomo Y. Essa mudança inclui mulheres trans e atletas com diferenças no desenvolvimento sexual, como aconteceu com Caster Semenya, que foi campeã mundial e olímpica na década passada, e cuja luta contra a arbitrariedade dos critérios voltou às manchetes após a decisão do COI, conforme informado pelo G1.
Essa medida causa reações de choque e preocupação, pois muitos alegam que o teste genético pode criar estigmas e vulnerabilizar atletas, apesar de especialistas defenderem sua confiabilidade, como indicado pelo próprio COI. A decisão reforça o debate sobre a desigualdade e a justiça no esporte de alto nível, deixando clara a divisão entre inclusão social e regras esportivas que ameaçam a diversidade de gênero no esporte profissional, alertam críticos e cientistas ouvidos pela imprensa.
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