
Imagine um lugar onde tudo parece perfeito… pelo menos para quem está trancado num palácio cercado por 60 policiais militares. Esse é o universo paralelo onde vive o governador Jerônimo Rodrigues, também conhecido como o imperador supremo de Jerolândia. Lá, a Bahia é segura, próspera, cheia de empregos, e a população vive sorrindo enquanto faz o “L” com as mãos, como mostram as imagens oficiais cuidadosamente produzidas sempre ao lado do chefão da corte vermelha, o ex-presidiário Lula.
Em Jerolândia, o governador acorda todos os dias com relatórios floridos de seus assessores (pagos com dinheiro público), dizendo que a Bahia vai muito bem, obrigado. Mesmo com o estado ocupando os piores índices de violência do país, Jerônimo acredita fielmente no que lê nos meios de comunicação dos seus parças.
Afinal, quem precisa sair às ruas para entender a realidade quando se tem uma equipe de comunicação milionária para deletar críticas nas redes sociais e impedir perguntas incômodas em coletivas? Enquanto isso, na Bahia real, o povo vive com medo.
A cada 100 mil habitantes, quase 47 são assassinados. Só em 2023, foram mais de 6 mil homicídios. A pobreza atinge quase metade da população. Mas nada disso abala a bolha de Jerolândia, onde o mundo é pintado com as cores do PT e qualquer crítica é tratada como fake news… ainda que venha da vida real.
Jerolândia é uma distorção da Bahia. É o delírio de 20 anos de petismo no poder, onde a propaganda fala mais alto que os dados, e onde a realidade foi abandonada em troca de sorrisos forçados, bottons vermelhos e acenos ensaiados.
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