O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro agitou as redes sociais ao compartilhar dois vídeos que, segundo ele, demonstram uma interferência violenta da Mynd8 e de sua CEO, Fátima Pissarra, além de Preta Gil e outros 400 influenciadores digitais como Anitta, Felipe Neto, Gregório Duvivier, Caue Mora e outros nas eleições de 2022.
Estes vídeos, conforme apontado por Bolsonaro, seriam evidências de abuso de poder econômico e de disparos em massa – práticas que ele associa ao que chama de “verdadeiro Gabinete do Ódio”, atribuído à chapa vitoriosa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin.
Nos dois tapes, Bolsonaro sugere que as ações da Mynd8 representam justamente o tipo de conduta que o PT acusava sua campanha de adotar, insinuando uma espécie de inversão de papéis. Ele menciona ainda a inelegibilidade que lhe foi imposta a partir de denúncias consideradas por ele como frágeis, citando o presidente do PDT, que também teria dúvidas sobre o processo eleitoral.
A divulgação desses vídeos por Bolsonaro coloca em debate a transparência e a ética nas campanhas políticas, especialmente no uso de influenciadores digitais e nas estratégias de comunicação em massa.
“Existem fortes elementos de abuso de poder econômico e disparos em massa (o verdadeiro ‘Gabinete do Ódio’) praticados pela chapa vitoriosa das eleições de 2022. Tudo o que o PT sempre acusou Jair Bolsonaro, nos vídeos, vê-se exatamente o contrário (… acuse-os do que você faz…). Com denúncias frágeis (o próprio presidente do PDT, autor da denúncia, sempre duvidou do atual processo eleitoral) tornaram Bolsonaro inelegível. Agora, s.m.j., aí estão provas robustas e contundentes contra a chapa Lula/Alckmin”
Assista aos vídeos:
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