
A Bahia afunda em um cenário de terror sob Jerônimo Rodrigues: quase 15 assassinatos todos os dias, confirmando a maior taxa de homicídios da história do estado segundo o Atlas da Violência 2024.
O caso mais recente que choca a população foi a execução brutal de Antônio Carlos Gonçalves dos Santos, o “Tonhão”, servidor da Prefeitura de Itabela. Ele foi espancado e baleado após registrar em vídeo traficantes do Bonde do Maluco (BDM) em frente à sua casa.
A emboscada aconteceu durante sua corrida matinal, e os acusados (“RN”, “Rapa Rapa” e um adolescente conhecido como “3P”), já foram identificados pela polícia.
O crime expõe como facções dominam cidades do interior enquanto o governador, considerado pela imensa maioria como o pior da história, prefere gastar energia em articulações políticas e assédio a prefeitos do interior para continuar mamando nas tetas do Estado.
Em Salvador, a violência não é diferente. Um corpo em decomposição foi encontrado em um possível “cemitério clandestino” no bairro de Sussuarana, reforçando a escalada do tráfico e a ausência de controle do Estado. A própria Polícia Civil admite que as disputas de facções transformaram a capital em território de enterros clandestinos e execuções sumárias.
Enquanto famílias choram suas perdas e servidores como Tonhão são assassinados de forma bárbara, o governo segue sem respostas concretas.
(Com informações do Correio, Bahia Notícias e Informe Baiano)
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