
O governo de Jerônimo Rodrigues, comandado pelo PT há 20 anos na Bahia, enfrenta críticas cada vez mais constantes e severas pela maior crise de segurança pública que assola o estado nos últimos 20 anos.
A Bahia do PT é considerada a mais violento do Brasil.
Entre as figuras mais “polêmicas” do governo está Felipe Freitas, militante de extrema-esquerda radical, líder petista na Bahia e secretário de Justiça e Direitos Humanos além de braço direito do governador. Conhecido por sua postura radicalmente oposta à labor da Polícia Militar da Bahia, Freitas frequentemente responsabiliza os próprios militares pela escalada da violência.
Recentemente, o secretário celebrou o decreto assinado por Lula que impõe novas regras para o uso da força policial no país. Em suas redes sociais, afirmou que a medida é um passo para “aperfeiçoar a segurança pública”, ao condicionar o repasse de recursos federais à redução da letalidade policial. O petista também destacou a implantação de câmeras corporais nos uniformes da PM baiana como parte das ações para cumprir as diretrizes federais.
Enquanto isso, a realidade vivida pelos baianos é marcada pela falta de armamento adequado e pelo número insuficiente de policiais enfrentando facções criminosas cada vez mais organizadas e violentas. A Bahia lidera o ranking de homicídios no Brasil e tem cidades listadas entre as mais perigosas do mundo.
Críticos apontam que o governo petista ignora a gravidade do cenário e prefere adotar medidas que enfraquecem o trabalho policial.
Felipe Freitas e Jerônimo Rodrigues, alinhados com o discurso federal, parecem mais preocupados em justificar o caos do que em enfrentar a verdadeira raiz do problema.
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