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Bruno Reis critica aliança de Luiz Caetano com facções e aponta descaso com segurança: “Jerônimo está sendo negacionista com a violência”

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), voltou a criticar com força a postura do governador Jerônimo Rodrigues (PT) quanto à violência na Bahia. Em evento na Mata Escura nesta sexta-feira (25), Bruno sugeriu que uma medida para controlar as facções seria convocar 10 mil homens do Exército. Segundo ele, se fosse governador, “sob a minha liderança e meu comando”, ele levaria o Exército às áreas dominadas pelo crime para restabelecer a paz e deixar a força atuando até estabilizar a situação. Reis também acusou Jerônimo de ser “negacionista” da violência, mencionando que o governador já chegou a comparar o aumento da criminalidade a uma “gripezinha”, o que o prefeito classificou como um “tapa na cara da população”.

Ao criticar a atuação do governo, Bruno apontou que o problema da segurança em Salvador se concentra em bairros periféricos e nas áreas controladas pelo tráfico, enquanto os pontos turísticos e áreas centrais possuem monitoramento e segurança reforçados pela Guarda Civil Municipal e câmeras instaladas pela prefeitura.

Ele questionou a responsabilidade do governador, afirmando que, se Jerônimo não é capaz de lidar com a situação, “ele pede para sair ou vai pedir apoio”.

Em outro momento da entrevista, Bruno Reis mencionou interferências políticas envolvendo policiais militares na campanha eleitoral de Camaçari. Segundo ele, policiais estariam sendo mobilizados em ações políticas para favorecer o candidato petista Luiz Caetano em detrimento de Flávio Matos, que é do mesmo partido do prefeito de Salvador. Reis acusou o comandante-geral da corporação de permitir uma “desonra à farda”, ao autorizar essas ações. “É esse o papel da polícia?”, indagou o prefeito, visivelmente indignado com a situação, que considera uma interferência sem precedentes.

Bruno também comentou sobre blitzes realizadas na porta da casa do prefeito de Camaçari, Antonio Elinaldo, e criticou a falta de foco da polícia em combater o tráfico nas favelas. Para ele, a presença das forças especiais na cidade de Camaçari, sob ordens políticas, desvia os policiais de seu verdadeiro papel de proteger a população contra o crime. Ele ainda insinuou que o governo estadual estaria usando a polícia para fins eleitorais, lembrando que “noventa por cento da polícia militar votou em mim, porque sabem que tenho compromisso com eles”.




Sobre Luiz Caetano, Bruno Reis não economizou nas críticas, afirmando que o petista estaria disposto a “qualquer custo, a qualquer preço” para voltar ao poder. Ele acusou Caetano de aliança com facções e o crime organizado, e de “vender a alma ao diabo”, tudo para atender a seus interesses e os de sua família. Segundo o prefeito, essa postura demonstra o quanto Caetano está comprometido com “o que há de pior na sociedade” e contra os interesses da população.

Para Bruno, o povo está atento a essas manobras e deseja manter sua independência na escolha de seus representantes, sem ameaças ou intimidações. “O povo já entendeu isso. O povo quer ter sua independência para decidir o seu futuro, e não ser ameaçado”, finalizou.




Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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