Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor
O vice-prefeito de Salvador, Bruno reis, tenta também desvincular a imagem de Geddel Vieira Lima do PMDB baiano. Em entrevista à rádio Metrópole, ele minimizou o afastamento do ex-ministro, e afirmou que agora que o deputado federal Lúcio Vieira Lima “também se encontra mais distante do partido”, o novo presidente do PMDB na Bahia, Pedro Tavares, terá “o dever de democratizar as decisões” da sigla.
“Geddel já havia anunciado sua saída da vida pública e, agora, foi afastado. O partido vinha sendo conduzido pelo deputado Pedro Tavares. É um nome que a gente trabalha para que possa conduzir, senão por definitivo, pelo menos essa transição para o término do mandato atual, até que esse novo conjunto de forças mostre que o PMDB tem história, que essa história não pode ser rasgada, que o PMDB vai ter um papel importante na eleição de 2018. Pedro está muito ciente de democratizar as decisões, compartilhar as decisões, chamar o grupo para junto com ele conduzir o partido”, disse Bruno Reis.
Se ACM Neto for mesmo candidato a governador da Bahia em 2018, o PMDB herdará a prefeitura de Salvador por dois anos. Nos bastidores, porém, muito se fala no temor que o democrata estaria de ter sua imagem inevitavelmente vinculada ao PMDB e a Geddel em sua possível campanha.
Fonte: Metrópole e Tribuna da Bahia
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