Em entrevista coletiva, o prefeito de Salvador, Bruno Reis narrou como se chegou ao impasse com o servidor público, agente comunitário de saúde da capital. Segundo o alcaide, todos os projetos sobre reajuste de salário de servidores “foram para Câmara depois acordo. O que houve na Câmara foi um ‘jabuti’ que os vereadores não apreciaram nem discutiram. Foi inserido de forma inconstitucional e ilegal que é o piso com 120% de gratificação. Hoje os agentes comunitários de endemias tem um salário base de R$ 1.951. Fizemos uma proposta imensa dando um reajuste de 72% chegando a R$ 3.358, ou seja, 61% acima do que foi dado aos outros servidores.”
“Se deixarmos prosperar essa irresponsabilidade da Câmara que não tem competência para gerar aumento de despesa e vencimento, o salário sai de R$ 1.951 para R$ 6.681… um impacto de R$ 310 milhões nas contas da Prefeitura. Não há recursos. Terei que cortar funcionamento de UPAs, do Hospital, comprometer coleta de lixo e transporte público… e nós não iremos fazer isso.”
“Reconheço o trabalho deles mas trabalhadores de ensino fundamental ter um aumento de 242%… nenhum orçamento de órgão público suporta um ajuste desse magnitude.”
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