
A violência segue dando o tom do dia a dia na Bahia de Jerônimo Rodrigues, onde não tem um dia em que vagabundos não sejam os protagonistas. Em Eunápolis, o tribunal do crime mostrou mais uma vez a brutalidade que domina o estado: o jovem Juan Diuare, de 23 anos, foi sequestrado e encontrado morto, mutilado, com o coração fora do corpo. O caso, ligado à guerra de facções, foi registrado como homicídio qualificado por meio cruel.
Segundo a própria Secretaria de Segurança, a Bahia lidera o ranking nacional de mortes violentas, com mais de 5.300 assassinatos em 2024 até julho, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Enquanto isso, crimes se multiplicam em diferentes cidades: em Porto Seguro, bandidos em uma moto falharam ao tentar roubar um veículo e acabaram fugindo de mãos abanando após serem perseguidos por populares. Já em Salvador, um carro adesivado com logomarca da Coelba tentou invadir três condomínios de luxo na madrugada desta terça-feira (19), gerando pânico entre moradores e levantando suspeitas sobre a ousadia dos criminosos.
A Bahia hoje depende da boa vontade de marginais de altíssima periculosidade. É o paraíso dos criminosos mais violentos do Brasil.
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