
A violência na Bahia chegou a um nível que já não surpreende, mas choca pela brutalidade. Em Mussurunga, moradores viveram um terror inimaginável quando uma cabeça humana foi encontrada dentro de um contêiner de lixo, mais uma cena que simboliza o caos em que o estado mergulhou.
No mesmo dia, no bairro do IAPI, policiais da Rondesp foram recebidos a tiros durante uma operação. Esses dois episódios, ocorridos em menos de 24 horas, mostram que o crime não teme mais a polícia e age como dono do território.
Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que só em Salvador, até julho, já foram registrados mais de 1.800 homicídios em 2025… um aumento em relação ao ano passado.
Para a população, fica cada vez mais claro que a Bahia virou o paraíso dos bandidos mais perigosos do país, enquanto Jerônimo Rodrigues insiste em discursos vazios sem enfrentar de fato a crise.
A sensação é de que o governador abandonou de vez a segurança pública, deixando policiais e moradores reféns da criminalidade. A cada semana surgem novas provas dessa incompetência: cabeças decepadas em bairros populares, tiroteios em plena luz do dia e ataques contra viaturas. Em vez de tranquilidade, o que se vê é medo.
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