
Após a prisão de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, a Venezuela mergulhou em um dos momentos mais tensos dos últimos anos. De acordo com a Fox News, o regime ordenou uma caçada nacional contra opositores, servidores dissidentes e até antigos aliados, com operações simultâneas em várias regiões do país, bloqueios de estradas, revistas em massa e detenções sem mandado judicial.
A ofensiva, segundo fontes diplomáticas ouvidas pela imprensa internacional, teria como objetivo conter vazamentos, silenciar críticas e evitar qualquer articulação política após a queda do principal líder do chavismo.
A repressão atingiu em cheio a imprensa. Ao menos nove jornalistas foram presos em Caracas nas horas seguintes à captura de Maduro, acusados genericamente de “incitação” e “colaboração com potências estrangeiras”. Entidades como a Sociedade Interamericana de Imprensa e organizações ligadas à ONU alertaram para uma escalada inédita de censura, com fechamento de emissoras, retirada de sites do ar e vigilância direta sobre repórteres estrangeiros.
Dados compilados por ONGs internacionais indicam que a Venezuela já soma mais de 300 ataques à liberdade de imprensa apenas nos últimos 12 meses, número que tende a crescer com o novo cenário.
No plano internacional, a prisão provocou reação imediata de setores da esquerda global. Parlamentares ligados ao socialismo democrático nos Estados Unidos pressionaram o governo de Donald Trump para libertar Maduro e devolvê-lo ao poder, tese rejeitada publicamente pela Casa Branca. Autoridades americanas sustentam que a custódia se baseia em acusações criminais, cooperação internacional e investigações ligadas a narcotráfico e violações de direitos humanos.
Enquanto isso, analistas ouvidos por grandes portais europeus e latino-americanos avaliam que a repressão interna expõe o medo do colapso definitivo do regime, agora sem sua principal figura de comando.
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