Crédito: Reginaldo Ipê/Secom/CMS
Através de iniciativa do vereador Téo Senna (PHS), uma audiência pública realizada no auditório do Anexo Bahia Center da Câmara discutiu, na manhã de terça-feira (5), a interdição do Centro de Convenções da Bahia. Situado no Stiep, o equipamento está sem funcionar desde o dia 23 de setembro do ano passado, quando ocorreu um desabamento parcial no local.
O Centro de Convenções já estava interditado desde o dia 20 de maio de 2015, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur). Na ocasião do desabamento parcial, o equipamento passava por reformas.
De acordo com Téo Senna, “essa foi mais uma audiência pública para discutir a importância do Centro de Convenções. O equipamento está interditado e até o momento não há um posicionamento por parte do Governo do Estado da Bahia”.
O vereador afirmou que a intenção do encontro foi reunir segmentos do trade turístico e moradores do entorno do Centro de Convenções. “Essa situação afeta os vizinhos do equipamento, pois a vida dessas pessoas estava organizada também em torno do Centro de Convenções. E hoje o local padece, inclusive, de falta de segurança”, analisa.
Presente também à audiência pública, o vereador Kiki Bispo (PTB) lembrou que há um ano o Centro de Convenções entrou em ruínas. “Nossa função é fazer um apelo para que o Governo do Estado da Bahia se sensibilize sobre esta questão”, pede.
De acordo com o parlamentar, “atualmente o governo estadual está procurando uma nova localidade para implantar um novo Centro de Convenções. Entretanto, conforme técnicos do Crea, é possível a recuperação da estrutura atual e a reinauguração deste equipamento”.
Conforme Jean Paul Gonze, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Turismo no Estado da Bahia (Sindetur) e conselheiro da Associação Brasileira de Agências de Viagens/seção Bahia (Abav/BA), “essa situação de falta de um equipamento acarretou uma queda enorme no turismo de negócios em Salvador. E esse é um tipo de turismo que traz três vezes mais divisas do que o turismo de lazer”.
Ele informou também que há vários hotéis localizados no entorno do Centro de Convenções. “Esses estabelecimentos contraíram empréstimos e atualmente encontram-se endividados. A ocupação caiu e um hotel, inclusive, fechou as portas”.
A mesa de trabalho da audiência foi composta também por Roberto Duran, presidente do Conselho Baiano de Turismo.
Fonte: Secom/CMS
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