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Câmara vota projeto sobre renegociação da dívida dos estados na tarde desta terça

Em reunião com líderes partidários e governadores, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, decidiu colocar na pauta de votação na tarde desta terça-feira (20), no plenário da Casa, o projeto de lei que trata da renegociação da dívida dos estados com a União.

Os líderes partidários e o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão fecharam acordo para votar ainda hoje (20), na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que trata da renegociação da dívida dos estados com a União. O assunto foi discutido durante café da manhã na casa do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas as contrapartidas apresentadas pelo governo federal aos estados podem ficar de fora da lei.

Ao final do encontro, o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), disse que a proposta que está sendo costurada permite reajustes salariais e a realização de concursos públicos durante o ajuste fiscal.

Moura lembrou que, se não houver acordo, a proposta deve ficar para o ano que vem, o que obriga os governadores a serem prudentes para evitar o descontrole de gastos. O líder do governo saiu do café da manhã direto para o Ministério da Fazenda para apresentar os termos do acordo ao ministro Henrique Meirelles e à equipe econômica.

Para a aprovação da proposta, são necessários 257 votos. Existem, neste momento, 241 parlamentares na Casa e 179 estão na sessão que está sendo realizada neste momento. Alguns deputados da oposição e também da situação reclamam da falta de parlamentares  da base do governo que teriam decidido em não comparecer a sessão para não preencher quórum suficiente para impedir a votação.

Rodrigo Maia disse que, independentemente da avaliação do governo federal, os deputados devem mesmo votar a renegociação da dívida dos estados nesta terça-feira. Conforme o deputado, o melhor é deixar para cada assembleia legislativa decidir como lidar com as medidas que provocam impacto. Além dos novos concursos e do reajuste, outra proposta do governo barrada pelo acordo dos líderes foi a que aumenta a contribuição previdenciária do funcionalismo público.

Ontem (19), líderes tentaram viabilizar o acordo para aprovar o projeto de lei que trata da renegociação da dívida dos estados com a União. Rodrigo Maia já havia antecipado que as contrapartidas apresentadas pelo governo federal podem ficar de fora da lei.

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Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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