A situação na Faixa de Gaza parece estar ficando cada vez mais tensa. Nesta segunda-feira (16), uma explosão devastadora no Hospital Ahli Arab, na cidade de Gaza, resultou na morte de centenas de inocentes. O Ministério da Saúde de Gaza, que está sob a supervisão do Hamas, inicialmente reportou 200 vítimas, mas depois atualizou esse número para 500. No entanto, a Defesa Civil, também sob a direção do Hamas, apontou 300 mortos.
Israel rapidamente veio a público com uma declaração. As Forças de Defesa de Israel, em um comunicado, foram claras: eles não atacam hospitais. Em vez disso, eles apontaram o dedo para a Jihad Islâmica, alegando que um foguete disparado de Gaza em direção a Israel passou tão perto do hospital que acabou causando a destruição.

Então, quem é a Jihad Islâmica? Basicamente, é um grupo militante que se originou na década de 1980 no Egito e é atualmente ligado ao Hamas. Essa organização já realizou diversos ataques ao longo dos anos e, vale ressaltar, eles não reconhecem a existência do Estado de Israel. Estados Unidos, União Europeia e o próprio Israel classificam a Jihad Islâmica como um grupo terrorista.
A Jihad Islâmica, claro, não aceitou essas acusações. Eles vieram a público através de um porta-voz para negar qualquer responsabilidade pelo ataque.
E quanto ao líder de Israel, Benjamin Netanyahu? Ele foi bem direto ao declarar que foram “terroristas selvagens” que atacaram o hospital, não as forças israelenses.
De acordo com as Convenções de Genebra, atacar Hospitais é considerado um crime de guerra. Então, independentemente de quem esteja por trás desse ataque, a comunidade internacional estará certamente de olho e buscando justiça.
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