Reprodução Instagram
Carson Branstine, tenista canadense de 24 anos, virou notícia mundial ao conquistar uma vaga no quadro principal de Wimbledon, após eliminar Lois Boisson, semifinalista de Roland Garros, e encarar Aryna Sabalenka, número 1 do mundo, com dignidade.
“Quando ganhei o primeiro ponto, foi um alívio absoluto. Queria que todos sentissem o mesmo que eu”.
Mas enquanto brilha nas quadras, ela encara o outro lado do sucesso nas redes.
“Me chamam de extraterrestre”, “os teus olhos parecem muito afastados”, “pareces um homem”.
A modelo e tenista, que usa os trabalhos com a agência Wilhelmina para sustentar a carreira no esporte, respondeu à altura: “Esse é literalmente o ponto. Obrigada. Eu me chamo de alienígena o tempo todo”.
Em entrevista ao The Sun, Branstine reforçou que não se abala com o ódio: “Aos haters, eu digo: obrigada, não estão dizendo nada que eu não saiba”. Segundo o ranking da WTA, ela ocupa hoje a 197ª posição, mas a postura firme diante da pressão é digna de top 10.
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