
O que o PT tenta vender como “defesa da democracia” soa, na prática, como censura organizada, assédio moral e perseguição explícita a adversários políticos. Ao anunciar um manual para orientar influenciadores e militantes digitais, Éden Valadares, braço direito de Jaques Wagner e aliado direto do governador Jerônimo Rodrigues, admite que o partido atua de forma coordenada nas redes, com estrutura jurídica e estratégia definida para blindar militantes e atacar críticos.
Não se trata de espontaneidade: é ação organizada, com comando político, narrativa unificada e respaldo institucional.
Ao falar em “guerrilha digital”, “vigilância” e “denúncia de manipulação”, o dirigente do Partido dos Trabalhadores escancara a existência de um verdadeiro Gabinete do Ódio petista, voltado a intimidar opositores, pressionar plataformas e constranger quem questiona o poder.
Na Bahia, onde a violência cresce, a economia patina e a gestão de Jerônimo é marcada por omissões, o foco do governo e de seus aliados não está em resolver problemas reais, mas em controlar discurso, silenciar críticas e usar o aparato partidário para travar uma guerra política nas redes sociais.
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