
A OpenAI começou 2026 sob forte pressão política e regulatória e anunciou uma série de mudanças no ChatGPT, incluindo testes com publicidade, criação de planos pagos mais baratos e a implementação de sistemas automáticos de detecção e verificação de idade. A decisão veio após casos graves envolvendo adolescentes e discussões públicas sobre o impacto da inteligência artificial em menores, o que levou a empresa a admitir que passou a “estimar a idade” dos usuários com base em padrões de uso e comportamento.
O movimento ocorre em paralelo ao aumento da competição global em IA, puxada pelo alto custo de chips avançados e pela dependência de gigantes como a TSMC, responsável por mais de 60% da produção mundial de semicondutores de ponta.
Com gastos bilionários em infraestrutura e pressão por novos modelos de receita, a OpenAI avalia anúncios dentro do ChatGPT como forma de sustentar o crescimento, enquanto enfrenta cobranças por mais transparência, controle e responsabilidade.
No Brasil, o debate ganhou ainda mais peso após revelações recentes sobre gastos públicos e decisões sensíveis envolvendo o STF, ampliando a desconfiança de parte da população sobre tecnologia, poder e falta de limites institucionais.
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