
A movimentação em torno do senador Ângelo Coronel caiu como música para a oposição na Bahia. Traído pelo PT e rifado dentro do próprio PSD por Otto Alencar, Coronel passou a ser disputado pelo campo oposicionista e já recebe afagos públicos de duas das principais lideranças do União Brasil no estado: os prefeitos Bruno Reis, de Salvador, e Débora Régis, de Lauro de Freitas.
O senador é hoje tratado como peça-chave na construção da chapa contra o governador Jerônimo Rodrigues, com possibilidade real de disputar o Senado pela oposição ao lado de João Roma.
Durante a posse de Carina Canguçu como membro efetiva do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, Bruno Reis deixou claro que a decisão de Coronel passa primeiro por um alinhamento político com a oposição. “Depois dessa decisão é que vamos avaliar as opções partidárias”, afirmou. O prefeito também confirmou que o senador já recebeu convites formais de diferentes legendas oposicionistas e classificou a saída da base governista como mais uma derrota do PT.
“Uma eleição é feita de batalhas. Essa o governo perdeu”.
Já Débora Régis foi ainda mais direta ao classificar a chegada de Coronel como “boa aquisição” para o projeto liderado por ACM Neto. Segundo ela, o senador agrega peso político real ao desenho eleitoral de 2026.
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