
O regime comunista da China prendeu mais de 30 pastores e líderes cristãos ligados à Igreja Sião, um dos maiores grupos religiosos clandestinos do país. As detenções ocorreram após uma megaoperação do governo que classificou as igrejas domésticas como “organizações ilegais”.
O movimento faz parte da política de repressão religiosa liderada pelo presidente Xi Jinping, que já havia ordenado o fechamento de templos e a retirada de cruzes de prédios religiosos.
O caso gerou reação internacional. O Departamento de Estado dos EUA condenou as prisões, classificando-as como mais um ataque à liberdade de fé. Em comunicado, Washington exigiu a libertação imediata dos detidos e denunciou o uso de tortura e vigilância digital contra fiéis.
A perseguição a cristãos na China tem crescido ano após ano. Segundo o Open Doors, o país está entre os 20 piores do mundo em restrição à prática religiosa.
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