Em bastidores, agentes políticos ligados ao Governo apontam um certo receio com custos que serão exigidos para recuperação e reconstrução das cidades afetadas pelas chuvas no mês de dezembro, principalmente no extremo-sul do Estado.
Recursos que seriam destinados a “obras eleitoreiras” em troca de apoio a prefeitos em 2022 devem ser canceladas.
Nervoso, Rui Costa não perde oportunidade para criticar o que ele chama de “ajuda insuficiente do Governo Federal”, politizando uma das maiores catástrofes naturais que a Bahia sofreu na história.
Segundo a coluna Alô Alô Política, do Correio da Bahia, o problema é que “o próprio governo do estado tem deixado a desejar, segundo prefeitos das regiões. Eles reclamam falta de atenção, não apenas de recursos, mas de equipamentos e equipes para ajudar os desabrigados. Dizem que não há qualquer sinalização de apoio do estado para recuperação emergencial de áreas, principalmente de estradas”.

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