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Após a intervenção militar na Venezuela, o presidente Donald Trump elevou o tom no cenário internacional e passou a fazer alertas públicos envolvendo Groenlândia, Cuba e Colômbia. O movimento ampliou a tensão geopolítica na região e expôs o isolamento crescente dos aliados do chavismo, especialmente após a captura de Nicolás Maduro e o colapso da cadeia de comando do regime venezuelano.
O endurecimento do discurso provocou reações imediatas. O presidente colombiano Gustavo Petro subiu o tom e chegou a declarar que poderia “pegar em armas” caso o país fosse alvo de ações dos EUA, enquanto Cuba reconheceu oficialmente a morte de 32 militares cubanos durante a operação americana em território venezuelano.
Nos bastidores, generais chavistas tentam manter o controle político e militar, mas enfrentam desorientação interna e perda acelerada de apoio internacional.
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