
Os cinco deputados estaduais eleitos prefeitos em suas cidades vai gerar uma complicação na Assembleia. A partir de janeiro de 2017, os suplentes irão ocupar as vagas abertas com a saída de Bruno Reis (PMDB), vice-prefeito eleito de Salvador, Jânio Natal (PTN), Robério Oliveira (PSD), Rogério Andrade (PSD) e Vando (PSC), eleitos como prefeitos em suas respectivas cidades, Belmonte, Eunápolis, Santo Antônio de Jesus e Monte Santo. No entanto, quem ocupará os mandatos ainda é uma interrogação. Pela coligação do PSD, Mirela Silva e Temoteo Brito são os nomes indicados para a sucessão. Acontece que Mirela se elegeu vice em Lauro Freitas; Temoteo, prefeito de Teixeira de Freitas. Na lista, estão Angelo Almeida – que foi candidato do PT e se filou ao PSB -, Jacó e Jonas Paulo, ambos petistas.
A ocupação às vagas de Bruno Reis e Vando, eleitos em 2014 pela mesma coligação, estão indefinidas. No caso de ambos, o suplente direto é Herzem Gusmão (PMDB), que disputa o segundo turno em Vitória da Conquista contra o deputado estadual José Raimundo (PT). Antonio Elinaldo (DEM), eleito para a prefeitura de Camaçari. Também estão na linha sucessória Heber Santana (PSC), vereador reeleito de Salvador. Vencedor da disputa pelo comando de Paulo Afonso, Luiz de Deus, que trocou o DEM pelo PSD, também está na fila da suplência. Com a saída de Jânio Natal (PTN), eleito deputado pelo PRP, o herdeiro a sucessão é Uziel Bueno, que foi candidato pelo PV, mas hoje pertence ao mesmo partido de Jânio. Certo mesmo é futuro de Davidson Magalhães (PCdoB), que deve retornar à Câmara dos Deputados com a eleição de Moema Gramacho como prefeita de Lauro de Freitas.
Foto: Divulgação/ASCOM
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