
Jerônimo Rodrigues (PT) tem usado CONSTANTEMENTE o Esporte Clube Bahia como escudo político para tentar se afastar do desgaste que corrói sua imagem de petista incompetente.
Em eventos e entrevistas, o governador busca associar a retomada do Esquadrão a um suposto “orgulho baiano”, numa clara tentativa de colar sua figura à paixão popular. A manobra acontece justamente quando sua aprovação despenca: segundo o último levantamento, divulgado pela CNN Brasil, apenas 44,9% aprovam sua gestão, contra 51,6% de rejeição.
Por trás do discurso imbecil, a realidade é brutal: a Bahia segue líder em homicídios e violência, enquanto o próprio Jerônimo coleciona polêmicas como declarações sobre “vala” para opositores a empréstimos bilionários que endividam o Estado.
O uso do futebol como palanque soa como cortina de fumaça diante de famílias que enterram vítimas da criminalidade e trabalhadores sufocados por impostos.
No fim, o campo de jogo não apaga a tragédia que se espalha fora dos estádios.
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