
A Bahia vive um colapso sem precedentes na segurança pública, e o governo Jerônimo Rodrigues (PT) parece incapaz de reagir. Mesmo após duas décadas de domínio petista, o estado segue como o mais violento do país, com mais de 6 mil homicídios por ano, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Enquanto facções como o Comando Vermelho ampliam seu território em Salvador e no interior, Jerônimo insiste em um discurso “mediador”, afirmando que o Estado “não pode ser matador”, como declarou em evento recente. Na prática, isso significa ausência de enfrentamento real, falta de inteligência policial e inoperância diante da guerra declarada entre grupos criminosos.
O governador petista evita atacar o coração das facções, mantendo intocadas áreas dominadas há anos pelo tráfico. Nenhum grande líder de facção foi capturado, tampouco houve bloqueio de ativos ou desarticulação financeira dos grupos que controlam comunidades inteiras. Em vez disso, Jerônimo segue priorizando negociações políticas e o aparelhamento da máquina pública, trocando cargos por apoio e deixando prefeitos e vereadores sob assédio moral e chantagem partidária.
A estratégia “progressista” do governador, pautada em diálogo com o crime e em frases de efeito; deve enterrar de vez qualquer sonho de reeleição. A Bahia de Jerônimo Rodrigues virou refúgio do Comando Vermelho e palco de uma violência sem limites.
O povo baiano, refém do medo e da omissão, paga o preço de 20 anos de governos petistas que transformaram o estado em território livre para o terror.
Bahia Notícias Salvador Política Futebol Portal de Notícias TVS1