
O consórcio imobiliário está ocupando um novo papel no sistema financeiro brasileiro. O setor cresceu 23% em volume de créditos nos últimos 12 meses, ultrapassando R$ 380 bilhões comercializados e alcançando 10 milhões de participantes ativos, o maior número da história. O movimento ocorre em um cenário de Selic mantida em 15%, crédito bancário restrito e aumento no custo do financiamento, que hoje é o mais alto em mais de uma década. Essa combinação fez com que investidores e famílias de renda média e alta buscassem alternativas mais inteligentes, previsíveis e sustentáveis para adquirir imóveis e planejar patrimônio.
Atenta a esse movimento do mercado, a Referência Capital vem acompanhando a migração de investidores e famílias para modelos de consórcio voltados à construção de patrimônio. Com mais de 2 mil clientes distribuídos em 42 países e R$ 840 milhões em cartas de crédito negociadas, a empresa deve ultrapassar R$ 1 bilhão em volume ainda em 2025, em linha com a expansão nacional do setor. A presença em praças como Brasília e Alphaville, aliada ao interesse crescente de brasileiros que vivem no exterior, reforça o papel do consórcio como alternativa sólida de planejamento financeiro em um cenário de juros altos e crédito restrito.
O CEO destaca que o consórcio tem ganhado força não só pela ausência de juros, mas pela disciplina que impõe ao investidor. “Enquanto o crédito bancário estimula o imediatismo, o consórcio recompensa o planejamento. Ele transforma o hábito de poupar em um ativo real, algo que gera segurança, valorização e liquidez. É uma forma prática e acessível de construir patrimônio sem depender do humor do mercado”, reforça.
Outro fator que tem impulsionado o setor é a profissionalização da gestão. Empresas como a Referência Capital incorporaram tecnologia, análise de perfil e estratégias de diversificação para transformar o consórcio em um produto de investimento sofisticado, voltado a quem busca previsibilidade de retorno e proteção de capital. “O consórcio é uma ferramenta de longo prazo, mas com resultados muito concretos. Ele permite adquirir um ativo real, com valorização e liquidez, e ao mesmo tempo manter disciplina financeira. Por isso chamamos de crédito inteligente, porque une segurança e estratégia”, explica o CEO. Com a expectativa de faturar R$ xx milhões ainda este ano, a Referência Capital reforça a tese de que o consórcio imobiliário será uma das principais vias de construção patrimonial da próxima década.
“Os juros altos não são um obstáculo, são uma oportunidade para quem entende o jogo. O investidor que aprende a construir com planejamento transforma o cenário desafiador em vantagem competitiva. O consórcio é a base dessa nova mentalidade”, conclui Pedro Ros.
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