
A Seleção Brasileira chega ao sorteio da Copa de 2026 como a única do mundo que nunca deixou de ser cabeça de chave em nenhuma edição do Mundial. Mesmo vivendo fases irregulares nos últimos anos, o peso histórico do Brasil garante posição privilegiada no pote 1. Mas o privilégio não significa vida fácil: de acordo com a Gazeta Esportiva/UOL, seleções consideradas “pedreiras”, como Holanda, Croácia, Nigéria, Japão e Senegal, podem cair logo no grupo do Brasil por estarem fora do primeiro pote no ranking da FIFA.
O sorteio terá atrações como Ronaldinho Gaúcho, Kaká e estrelas internacionais convidadas pela FIFA, promete um início eletrizante para o caminho brasileiro no Mundial. Com mais participantes e grupos maiores, especialistas alertam que o formato ampliado aumenta o risco de surpresas logo na fase inicial.
A expectativa da torcida é saber se o Brasil cairá num grupo acessível ou se vai encarar logo de cara seleções que historicamente complicam.
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