
A direção dos Correios aprovou a contratação de um empréstimo de R$ 20 bilhões junto a bancos públicos e privados, uma operação que só saiu do papel porque foi garantida pela própria União. Na prática, é o governo tapando com dinheiro público o rombo deixado após anos de má gestão e aparelhamento político, situação que se agravou nos governos Lula e Dilma.
Segundo balanços oficiais, a estatal acumulou prejuízos bilionários na última década, chegando a registrar perdas acima de R$ 3 bilhões em ciclos anteriores, enquanto serviços essenciais caíram de qualidade. Especialistas apontam que o endividamento atual é reflexo de escolhas políticas que transformaram os Correios em cabide de empregos, e não em empresa estratégica de logística como deveria ser.
A operação é considerada “fundamental para evitar colapso”. Em outras palavras, o governo Lula tenta salvar a estatal que ele mesmo quebrou, empurrando a conta para o contribuinte. Enquanto o Brasil enfrenta inflação crescente, carga tributária recorde e estado sufocado por dívidas, os Correios seguem longe de uma solução estrutural.
A conta da má gestão está chegando… e, como sempre, quem paga é o povo.
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