
Depois de semanas de desgaste público e articulações intensas nos bastidores, o governador Jerônimo Rodrigues bateu o martelo e confirmou a permanência de Geraldo Júnior como vice em sua tentativa de reeleição… mas o movimento veio tarde e escancarou uma crise interna que já havia saído do controle.
A indefinição arrastada, com mais de 20 nomes ventilados para o posto, expôs um cenário de fragilidade política dentro do próprio grupo governista, enquanto aliados admitiam nos bastidores que o desgaste era inevitável após a “fritura” pública do vice.
No centro dessa disputa, o ministro Rui Costa acabou saindo enfraquecido após perder a queda de braço interna sobre a composição da chapa, segundo informações de bastidores publicadas em diversos portais de notícias.
Mesmo celebrando a decisão e afirmando que vai “percorrer toda a Bahia” ao lado de Jerônimo, Geraldo Júnior retorna ao jogo carregando o peso de semanas de exposição negativa, em um episódio que reforça a instabilidade política do grupo e levanta uma pergunta inevitável: até que ponto essa aliança resiste até 2026?
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