
Michael Madsen, o eterno Sr. Blonde de “Cães de Aluguel”, morreu aos 67 anos após uma parada cardíaca em sua casa em Malibu. A informação foi confirmada por sua publicista Liz Rodriguez e pelos agentes do ator, que o descreveram como “um dos mais icônicos de Hollywood”. Madsen ficou conhecido por papéis marcantes nos filmes de Quentin Tarantino e por sua voz rouca e presença forte, sempre com aquele olhar de quem sabia mais do que dizia.
Apesar do sucesso, sua vida fora das telas foi marcada por prisões, divórcio e pela tragédia da perda de seu filho Hudson, que cometeu suicídio em 2022.
Madsen acumulava mais de 320 créditos no cinema e tinha 18 projetos em andamento, incluindo os filmes “Cookbook for Southern Housewives” e “Concessions”. Mesmo com passagens por produções B, brilhou em clássicos como “Donnie Brasco”, “Sin City” e “Os Oito Odiados”. Em 1992, ele já avisava: “Minha carreira é como um monitor cardíaco… nem todo filme pode ser ótimo”.
Agora, o cinema perde mais que um ator: perde uma figura que encarava a fama de frente, sem ilusões.
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