
O Fluminense chega à semifinal do Mundial de Clubes com uma história daquelas que viram filme. Hércules, que há pouco tempo cogitou sair do clube após “fake news” sobre supostas baladas, virou o nome da campanha tricolor com dois gols decisivos vindo do banco.
“Chegamos a ir na casa dele, conversar com a mãe dele… Ela chorava, e isso mexia com ele”, revelou o lateral Renê.
Hoje, mais solto e confiante, o volante será titular na vaga de Martinelli e tem a chance de colocar seu nome de vez na história do clube.
Do outro lado, o Chelsea aposta em um treinador que trocou o campo pelo xadrez: Enzo Maresca. Ex-assistente de Guardiola, ele estudou tática em Coverciano e acredita que “o xadrez ensina você a controlar a excitação inicial quando vê algo bom”. Já Renato Gaúcho dispensa manuais e resgata a velha máxima: “Quem sabe, sabe. Quem não sabe, vai estudar”.
Nesta terça, às 16h, o duelo é mais que futebol: é um choque entre dois mundos, e o Fluminense vai com alma e camisa para tentar fazer história.
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