De ser o parlamentar mais votado na Bahia a virar pária após o escândalo dos R$ 52 milhões dentro de malas e caixas de papelão em apartamento da Graça e prisão do seu irmão Geddel, Lúcio Vieira Lima ainda acredita que tem audiência para ouvir suas piadas sem graça e “análise” política.
Em entrevista ao Informe Baiano, Bitelo, como é conhecido na lista divulgada pelo ministro Edson Fachin do departamento de propina da Odebretch, disse que em relação ao cenário eleitoral baiano será consultado “e darei minha opinião. Se você apoia uma candidatura, você quer ganhar a eleição. E você vai procurar reunir os melhores quadros e quem tem condições de vencer”.
Na cabeça do “cacique” emedebista a Bahia terá “três bons candidatos, onde os debates serão importantes. E serão bons debates. Espero que tenham boas propostas para a população. Então, se você me perguntar: quem é o favorito? Não tem favorito. Qualquer um dos três pode ganhar o governo da Bahia”.

Disse “Bitelo”:
“Há 90 dias, 120 dias, não sei ao certo, o Jaques Wagner não tinha uma candidatura forte como está hoje porque Lula não podia ser candidato. Mas é uma incógnita isso, a gente não sabe o que vai representar o apoio de Lula. O certo é que na Bahia ele é fortíssimo”.
ACM Neto “vai na sua caminhada, tentando que não haja uma federalização da eleição, justamente, para evitar que seja atropelado pelo apoio de Lula ao PT e Bolsonaro à Roma”.
Em janeiro de 2019, o então deputado federal Lúcio Vieira Lima foi denunciado pela Procuradora-Geral da República pelo recebimento de R$ 1,5 milhão da Odebrecht em 2013. O dinheiro foi suborno em troca de apoio a projetos da empreiteira, diz à denúncia que foi enviada ao Supremo Tribunal Federal. A PGR acrescentou o pedido para que o caso seja enviado à Justiça Federal de Brasília.
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