
A Bahia voltou a liderar, com folga, o ranking de mortes violentas no Brasil, segundo o novo Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Das 20 cidades mais perigosas do país, 9 estão no estado e o crime não se limita mais à capital ou região metropolitana: facções já dominaram o norte, o sul, o extremo sul, o agreste e até o recôncavo baiano.
Isso mostra que a tal “parceria” entre Jerônimo Rodrigues e o ex-presidiário Lula foi um estelionato eleitoral. Nem a ajuda prometida por Lula em 2022 apareceu, e o governador segue inerte diante de uma crise que só piora.
Enquanto o Rio de Janeiro destina 14,8% de seu orçamento para segurança pública, e o Ceará 10,1%, a Bahia investe só 8,9%. O estado tem um dos menores gastos per capita com segurança de todo o país. O resultado? Facção com suíte de luxo na penitenciária, fuga em massa de presos em Eunápolis e um governo que trata imagem de cela com uísque e TV como “coisa do passado”.
A verdade é simples: a segurança virou piada no estado mais violento do Brasil.
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