Divulgação / Ricardo Stuckert
A investigação que levou Deolane Bezerra para a prisão começou de forma quase inacreditável: bilhetes encontrados dentro da tubulação de esgoto de um presídio acabaram abrindo caminho para uma operação que hoje mistura apostas ilegais, lavagem de dinheiro e até conversas atribuídas ao PCC. Os investigadores identificaram diálogos de operadores financeiros ligados à facção criminosa citando o nome da influenciadora e advogada em meio às apurações.
O caso ganhou ainda mais peso depois que o procurador responsável afirmou publicamente que a prisão teria também um “caráter pedagógico”, mandando um recado direto para jovens que enxergam ostentação nas redes sociais como sinônimo de sucesso fácil.
O avanço da operação expôs bastidores que começaram dentro de celas e chegaram ao universo milionário das bets e da influência digital, cenário que virou alvo crescente das autoridades brasileiras nos últimos anos.
A defesa de Deolane Bezerra nega qualquer ligação criminosa.
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