
Enquanto a Bahia segue como campeã do desemprego no Brasil, o governador Jerônimo Rodrigues parece viver em um mundo paralelo. Durante a celebração dos 200 anos da Polícia Militar da Bahia, ele ignorou os números alarmantes do IBGE e preferiu pintar um cenário fantasioso. Com uma taxa de desocupação de 10,8%, a Bahia lidera o ranking do desemprego, mas Jerônimo insiste que “o Brasil está passando por um momento muito especial”.
A realidade, no entanto, é bem diferente: além do desemprego, o estado enfrenta uma escalada de violência e amarga o terceiro pior salário médio do país.
O governador, em vez de reconhecer o fracasso da sua gestão, tenta vender a ilusão de que obras e projetos do governo federal resolverão a crise. “Todos os estados estão recebendo recursos para investimento em infraestrutura”, disse ele, desviando do principal problema: a incapacidade do PT de gerar empregos de verdade.
Os baianos convivem diariamente com a falta de oportunidades, enquanto Jerônimo finge que milhares de postos de trabalho estão sendo criados pelo simples anúncio de obras públicas.
A narrativa oficial do governo baiano ignora a dura realidade da população. Ao invés de enfrentar o problema de frente, Jerônimo se esconde atrás de discursos vagos e promessas que nunca se concretizam.
O turismo, apontado como motor do emprego, não tem sido suficiente para reverter o caos econômico. O interior do estado continua esquecido, e as grandes cidades sofrem com a criminalidade e a falta de investimentos produtivos.
A verdade é que, após 20 anos de domínio petista, a Bahia se tornou um dos estados mais pobres do país, com índices de desenvolvimento humano comparáveis a regiões miseráveis da África.
A propaganda oficial não muda a realidade das ruas: o baiano continua sem emprego, sem segurança e sem perspectiva. Mas para Jerônimo, basta repetir que “o Brasil vive um momento muito especial” para que tudo se resolva.
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