ACM Neto adotou um tom firme, mas com cautela estratégica, ao projetar o cenário eleitoral: “é preciso ter humildade e pé no chão”, afirmou, sem descartar uma definição já no primeiro turno, mas destacando que o foco é “tocar o coração do baiano” com uma mensagem de mudança. Ao mesmo tempo, subiu o tom contra o governo, classificando como “autoritarismo do PT” episódios envolvendo policiais e servidores, afirmando que “eles não sabem separar o que é do Estado do que é do partido” e que “acham que são donos de tudo”. Para Neto, esse comportamento revela “o desespero de quem vai perder a eleição”, reforçando que a disputa será marcada pelo confronto entre mudança e continuidade na Bahia.

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