As visitas de Luciane Barbosa ao Ministério da Justiça têm gerado uma série de reações e questionamentos. Ela, que está ligada a uma figura conhecida do crime organizado no Amazonas, apareceu em compromissos oficiais com altos funcionários da pasta. Esses encontros colocaram o ministro Flávio Dino e seus secretários sob o escrutínio da mídia e da opinião pública, levantando debates acalorados sobre os limites da abertura do governo para diálogos com todos os segmentos da sociedade, inclusive aqueles com conexões controversas.

A história ganha mais camadas com a presença de Luciane à frente de uma ONG que alega buscar melhorias para o sistema prisional.
A controversa figura de “dama do tráfico” traz à tona a complexa intersecção entre o ativismo social, a reforma penitenciária e os meandros do tráfico de drogas. Enquanto ela circula por esferas de poder, reclamando atenção para as irregularidades nos presídios, políticos e autoridades se movem para entender e possivelmente explorar as implicações políticas dessas reuniões.
Convocações e representações contra o ministro da Justiça sugerem um cenário turbulento e revelam a tensão sempre presente entre a governança, a lei e a ordem pública.
O fato de Luciane ter “escapado” ao radar da inteligência do Ministério lança dúvidas sobre a eficácia da pasta.
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